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Sexo sem compromisso

Vale a pena correr o risco?

Ele a espia andando na sala. Ela sexy. Ele avana e ela o recompensa com um sorriso sensual. Depois de algumas horas de conversa, eles acabam na cama fazendo sexo com ardente paixo. Na manh seguinte, cada um segue sua prpria vida, feliz e satisfeito.

Experimente ligar em algum programa de TV, em algum horrio do dia ou da noite, e voc ver, de uma maneira ou de outra, cenas desse tipo. O sexo apresentado como diverso sem nenhuma conseqncia, risco e dor de cabea. Mas s na TV que se consegue criar tal realidade longe da verdade! Quando recriam a cena no mundo real, as pessoas podem terminar com muito mais do que s lembranas.

Vamos analisar essa cena e escrever um possvel final da vida real.

Depois de algumas horas de conversa, eles acabam na cama fazendo sexo com ardente paixo.

Seis meses depois: Ela est se arrumando para trabalhar e, ao urinar, sente dor e um corrimento como pus. Ela sente dor tambm na regio da cintura.

Oito meses depois: Ela sai da cama e dobra de dor. No d mais para ignorar o problema. Envergonhada de ficar face a face com o mdico da famlia, ela vai a uma clnica e descobre que tem gonorria. O mdico lhe receita antibiticos e tudo se resolve. Ela esquece o problema.

Quatro anos mais tarde: Ela encontra o homem de seus sonhos. Eles queriam filhos sem demora e decoraram o quarto do beb, certos de que logo estariam segurando um bebezinho no colo. Ela est agora saindo do consultrio mdico chorando. Ela acabou de ser informada de que no lhes ser possvel ter filhos. A gonorria que ela havia contrado danificou as trompas e ela ficou estril. Ela nem mesmo se lembra do nome do homem que lhe passou a doena, mas ela ter de viver com trauma e tristeza pelo resto de sua vida.

Ei, o que aconteceu com o final feliz? Simples: A vida real no imita os filmes e novelas. Vamos ento analisar essa cena e escrever outro possvel final da vida real.

Depois de algumas horas de conversa, eles acabam na cama fazendo sexo com ardente paixo.

Dez meses depois: Ele acabou de jogar uma partida de futebol. Ele tem se sentido cansado e com dores h dias. Deve ser gripe, ele pensa. Ento a mente dele vaga para a grande noite que ele teve com aquela mulher Qual ser o nome dela?

Um ano depois: Ele precisa ir ao mdico. A gripe parece interminvel e ele no consegue se livrar dela. Ele marca uma consulta para amanh.

No dia seguinte: Ele escuta o mdico, sem conseguir acreditar. Como seria possvel ele ter os sintomas da AIDS? Ele sempre usou camisinha com todas as suas parceiras. O mdico explica que a camisinha no consegue proteger totalmente contra o vrus HIV. Por que ningum o havia informado disso?

Dois anos depois: Ele est deitado na cama olhando pela janela. Seus olhos vagueiam para os ps e ele pensa no tempo em que esses mesmos ps eram mais fortes e podiam chutar uma bola de futebol com firmeza. Agora, ele fica pensando se ter foras para chutar. Ele no sabe com certeza qual de suas parceiras lhe deu o HIV. Ele fica pensando no nmero de mulheres para quem ele passou o vrus.

Esses finais no so to felizes quanto os que a TV mostra, mas so as conseqncias de vida real do sexo casual. A gonorria e a AIDS no so os nicos riscos. Ainda que no se leve em considerao o risco de sofrer um corao partido e danos emocionais, h algumas doenas sexualmente transmissveis (DSTs) mais comuns que voc se arrisca a contrair quando se envolve com o sexo sem compromisso matrimonial. Essas doenas so:

Clamdia: Essa a causa mais comum de esterilidade nos homens e mulheres porque normalmente no apresenta sintomas at que seja tarde demais. Suspeita-se que quarenta por cento dos indivduos sexualmente ativas so portadores. Anualmente, so registrados quatro milhes de novos casos.

Sfilis: Nos homens, aparecem inflamaes no-dolorosas nos rgos sexuais, e logo febre e inchamento dos ndulos linfticos. Nas mulheres, as inflamaes geralmente passam despercebidas e levam aos mesmos sintomas que ocorrem nos homens. A fase final traz desordens no crebro, doena do corao e morte. Oitenta por cento no sabem que esto infectados na primeira fase. Anualmente, so registrados 134.000 novos casos.

Herpes II: Essa doena incurvel provoca erupes peridicas de bolhas e lceras dolorosas. Anualmente, so registrados 500.000 casos.

Condiloma Acuminado: Nos homens, aparecem formaes como verrugas que podem levar ao cncer do pnis. Nas mulheres, o vrus pode causar queimao, coceira e dor na vulva. Sem tratamento, pode virar cncer. Existem hoje vinte milhes de casos. Trinta e trs por cento das mulheres tm esse vrus.

Hepatite B: Inicialmente, cansao, urina escura e fezes de cor acinzentada ocorrem. Pode causar graves danos no fgado e levar cirrose e cncer do fgado. a DST mais comum no mundo. Quarenta a cinqenta por cento das crianas de mes infectadas desenvolvem cncer no fgado. Anualmente, so registrados 300.000 novos casos.

Nos ltimos 30 anos o mundo vem sofrendo uma epidemia de DSTs. Na dcada de 1960, a sfilis e a gonorria, doenas que podiam ser facilmente tratadas com penicilina, eram as nicas DSTs mais assustadoras. Hoje, h mais de 20 doenas ameaadoras infectando anualmente milhes de pessoas.

O que causou uma mudana to dramtica em apenas 30 anos? O aumento da promiscuidade sexual da populao. medida que mais e mais pessoas trocam de parceiros sexuais, o resultado inevitvel uma aumento na propagao das DSTs.

As DSTs so uma grave ameaa para toda a populao, porm os adolescentes so os mais vulnerveis. O colo do tero de uma adolescente mais vulnervel a infeces do que o de uma mulher adulta. Aos 24 anos de idade a chance de uma mulher contrair a doena inflamatria plvica de uma em 80, mas pesquisadores avaliam que entre as adolescentes de 15 anos o risco bem maior: uma em cada oito. A doena inflamatria plvica a mais freqente causa de esterilidade nos Estados Unidos.

Embora a medicina tenha avanado de modo surpreendente, o problema das DSTs est se agravando cada vez mais. Pode-se curar a clamdia e a gonorria com antibiticos, mas essas doenas podem deixar cicatrizes internas que muitas vezes exigem mais tratamento e podem causar esterilidade. As DSTs virais so um problema muito grave, porque a medicina ainda no encontrou cura para nenhum vrus nem mesmo para o vrus do resfriado. Isso significa que, se um jovem for infectado por uma DST viral (como herpes, o condiloma acuminado ou o HIV), ele no conseguir obter uma cura. H anos se fala em uma vacina contra o herpes, mas no h cura no horizonte. Encontrar uma cura ou vacina para o vrus da AIDS provavelmente vai levar anos.

A Epidemia de DSTs

O sistema reprodutivo humano oferece uma porta aberta e relativamente sem defesa para o corpo humano. O nmero de DSTs est aumentando sem parar, pois elementos causadores de doenas que no passado tinham dificuldade de passar de um corpo humano para outro agora se aproveitam das atuais facilidades que os comportamentos sexuais esto oferecendo. Os seres humanos foram criados para serem sexualmente fis. Multiplique o nmero de parceiros sexuais e voc multiplica assim o risco de exposio s DSTs. As chances de voc contrair uma DST em determinado ato sexual dependem de vrios fatores, entre os quais:

A condio de sade sexual da pessoa com que voc est tendo sexo.

O nmero de pessoas com quem voc teve sexo e com quantas pessoas essas pessoas tiveram sexo. Quanto mais pessoas, maior o risco de que um deles seja portador de uma DST.

A facilidade de contgio de certas doenas. Algumas DSTs oferecem perigo elevado com uma s contato.

O tipo de relao sexual praticada. Algumas relaes oferecem um modo rpido de transmitir uma DST especfica que o parceiro porta.
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Os indivduos com o maior nmero de parceiros sexuais sofrem o risco mais elevado de contrair DSTs. difcil compreender o motivo por que as campanhas educativas do governo recomendam a camisinha como soluo no caso deles, pois as razes por que homens e mulheres tm mltiplos parceiros sexuais so as mesmas razes por que eles no usam a camisinha em cada relao. Vejamos essas razes:

Mulheres com um baixo conceito de si mesmas se oferecem sexualmente a fim de se sentirem aceitas. A falta de auto-estima delas as deixa sem condies de insistir em que seus parceiros usem uma camisinha.

Homens que valorizam muito o prprio prazer sexual tm mais probabilidade de ter mltiplas parceiras sexuais e menos probabilidade de usar a camisinha em todas as ocasies.

Homens que valorizam pouco as mulheres tm mais probabilidade de ter mltiplas parceiras sexuais e de no usar a camisinha pelo simples fato de que eles no se importam com o risco de suas parceiras serem infectadas.

Muitos indivduos j infectados com o HIV tm mais probabilidade de ter mltiplos parceiros sexuais e, considerando que eles no mais tm de se preocupar em se proteger contra o vrus, no se preocuparo tambm em usar a camisinha para proteger os outros.

Indivduos que tm relaes sexuais quando esto bbados ou drogados tm mais probabilidade de ter mais parceiros sexuais e de se esquecer de usar a camisinha.

A fim de ter mltiplos parceiros sexuais, um indivduo precisa seduzir muitas pessoas e seduo envolve mentiras. Indivduos que mentem para seduzir podero esconder o fato de que so portadores de alguma DST, etc.

Indivduos com vcio sexual se envolvem em condutas de alto risco com mltiplos parceiros sexuais.

Assim, os indivduos com maior nmero de parceiros sexuais e com maior risco de infeco so os menos inclinados a usar a camisinha em todas as ocasies. Contudo, se a realidade fosse diferente e eles quisessem de fato usar a camisinha sempre para se proteger em sua vida de pecados sexuais, conforme as propagandas do governo querem, o que ento aconteceria? A sade deles seria realmente protegida contra as DSTs?

A Verdade sobre a Camisinha

Apesar de que os meios de comunicao tentam passar para o pblico a mensagem de que a camisinha um meio confivel de proteo contra as DSTs, vejamos o que os fatos mostram:

As camisinhas podem reduzir, mas no eliminam os riscos de se contrair DSTs. Mesmo com o uso da camisinha, o risco de contrair gonorria de 40 a 60%. Os resultados mais positivos com relao eficcia da camisinha para impedir a contaminao do HIV de 90%.

A camisinha parece oferecer pouca ou nenhuma proteo contra o condiloma acuminado, uma das DSTs mais comuns e causadora de mais de 90% dos casos de cncer de colo de tero.

As informaes disponveis mostram que a camisinha oferece proteo mnima contra a clamdia.

Cerca de 15% dos casais que usam a camisinha como anticoncepcional engravidaro no primeiro ano de uso.

Uma pesquisa nacional nos EUA revelou que s entre 5 e 17% das pessoas declararam usar a camisinha em cada encontro sexual que tinham com outros indivduos.

Quando se menciona que a camisinha no oferece total proteo contra as DSTs, s se est levando em considerao os casos em que h uma utilizao perfeita e consistente do preservativo. Assim, o risco de infeco de DSTs se torna muito maior nos casos em que no h um uso constante e perfeito da camisinha. Os fatos mostram que os jovens que so sexualmente ativos confessam que usam camisinhas s entre 5 e 40% das vezes, e ainda assim a usam incorretamente em pelo menos 50% do tempo.

A camisinha d muito pouca proteo contra o condiloma acuminado, sem mencionar o fato de que no necessrio ter uma relao sexual ou completar o ato sexual a fim de se infectar com essa DST. A camisinha tambm quase no protege contra o herpes genital e a clamdia e no oferece segurana contra o risco extremamente elevado do sexo anal. Muitas pessoas acham que o sexo oral relativamente livre de riscos, mas o fato que o herpes, a gonorria e outras doenas podem ser transmitidos pela boca.

A contnua propaganda promovendo o sexo seguro est levando as mulheres beira de uma epidemia de cncer de colo de tero. Essa a opinio de mdicos americanos. Anos atrs, um estudo realizado em moas que se matricularam na Universidade da Califrnia em Berkeley mostrou que 50 por cento delas eram portadoras do condiloma acuminado. H evidncias de que esse vrus uma das causas do cncer do colo do tero. As propagandas do governo promovendo a camisinha no impedem a propagao do condiloma acuminado. Um estudo feito pelos Institutos Nacionais de Sade dos EUA revelou que a camisinha incapaz de proteger uma mulher desse vrus. [1]

O colunista social Don Feder comenta: Como mtodo de controle da natalidade, a camisinha tem um ndice de falha de 15 a 18 por cento. Para deter a propagao da AIDS, a camisinha ainda menos confivel. Uma mulher s frtil durante apenas uns poucos dias a cada ms mas pode-se contrair a AIDS, a gonorria, o herpes genital e sfilis a qualquer momento. O vrus HIV 450 vezes menor que o esperma humano, e tem assim melhor capacidade de passar pela barreira de ltex.[2]

Cigarro & Camisinha: Mensagens Contraditrias

Os que trabalham nos meios de comunicao expem hoje abertamente a opinio de que os anncios de cigarro passam para os jovens uma forte mensagem de que a sociedade aprova esse vcio. Ainda que possa parecer que eles estejam assumindo tal posio apenas porque est na moda ser contra o vcio de fumar, temos de concordar com eles e apoi-los em sua percepo to ntida da realidade. Mas, inexplicavelmente, eles tambm confessam que os anncios de AIDS e uso da camisinha no passam nenhuma mensagem errada para os jovens. Onde foi parar aquela percepo que parecia to ntida?

O mundo tem memria curta e se esquece de que h muito tempo lderes evanglicos j alertavam sobre os perigos do cigarro para a sade. Havia at folhetos evangelsticos sobre o assunto. O mundo no os ouvia e se limitava a v-los como fanticos, do mesmo jeito que a sociedade no quer prestar ateno agora quando evanglicos corajosos do testemunho na TV de que a soluo para o grave problema das DSTs no usar o preservativo para se poder continuar nos pecados sexuais, mas viver conforme a orientao que Deus d em sua Palavra.

Para combater a ameaa das DSTs , o governo continua oferecendo a soluo da camisinha nas escolas, TV, etc. Por exemplo, o Senado Federal aprovou no dia 10 de abril de 2002 o projeto da deputada Iara Bernardi (PT-SP) pelo qual o governo implementar, nos estabelecimentos de ensino fundamental e mdio, o Programa de Orientao Sexual e de Preveno das Doenas Sexualmente Transmissveis. Segundo a autora, esse programa tem como principal objetivo possibilitar que crianas e adolescentes possam fazer escolhas na rea da sexualidade com responsabilidade e sem culpa, sem correr riscos de uma gravidez indesejada e de doenas sexualmente transmissveis.[3] Crianas e adolescentes sero ensinados a fazer escolhas na rea sexual [eles podero aprender a decidir o que quiserem: sexo oral, vaginal, anal, etc.] com responsabilidade [sempre usando a camisinha e o controle da natalidade] e sem culpa [sem se sentirem incomodados com o sexo sem compromisso matrimonial]. assim que eles aprendero a proteger seu prazer sexual de possveis transtornos, como uma gravidez ou uma doena.

Uma orientao sexual cujo contedo preparasse os jovens para o casamento poderia realmente proteger de modo eficaz a sade deles, mas o governo nunca leva em considerao o papel do casamento como nica forma de canalizar de modo saudvel a sexualidade. Alm disso, as campanhas educativas do governo jamais condenam as prticas sexuais erradas das pessoas, que so a causa da propagao das DSTs. Condenam apenas a ausncia da camisinha em seus atos.

Muitas vezes o governo levado a apoiar a soluo da camisinha para os jovens com base em pesquisas de organizaes que no vem nada de errado e anormal com a atividade sexual antes do casamento. Uma dessas organizaes, a BEMFAM, preparou um abrangente estudo para convencer as autoridades da necessidade de lidar com o problema das DSTs entre os jovens. Apesar de tudo, esse estudo descobriu que os ndices mais baixos de relaes sexuais antes do casamento estavam entre os evanglicos.[4] Por que? Porque no meio evanglico a mensagem para os jovens tem como alvo sempre proteg-los de todo tipo de envolvimento sexual antes do casamento. Assim, a BEMFAM pde comprovar que os jovens evanglicos so bem menos vulnerveis s DSTs, porm no quis se aprofundar nesse assunto e limitou-se a recomendar mais educao sobre o uso da camisinha. Por que? Porque o alvo ensinar a proteger, no evitar, o prazer sexual antes do casamento.

Romanos 6:23 diz: O salrio do pecado a morte. No h dvida: o pecado traz morte para a sade, as emoes, o corpo, o esprito, o casamento, a famlia, os relacionamentos, etc. Assim, a Palavra de Deus ensina de modo bem claro que temos a necessidade de evitar o pecado, a fim de no colhermos suas conseqncias destrutivas. As campanhas educativas contra as DSTs tambm ensinam de modo bem claro, porm com uma direo diferente: No h a necessidade de evitar o pecado. uma mensagem pouco sutil incentivando as pessoas a no terem medo de se envolver com nenhum tipo de atividade sexual e a confiarem na camisinha, para que possam ter ao mesmo tempo o prazer do pecado e proteo contra o salrio do pecado. Mas essa mensagem no leva em considerao um importante fator de perigo. A imoralidade sexual uma porta aberta no s para as DSTs, mas tambm para outra causa de tragdias que, embora no to visvel quanto as doenas, igualmente sinistra: a atividade demonaca. Alm disso, o Antigo Testamento repetidamente deixa claro que a relao sexual independente dos princpios divinos abre espao para a violncia social. [5]

A Soluo

Existe uma soluo confivel para a crise das DSTs. A soluo valorizar o casamento como nica forma saudvel de canalizar o sexo. A soluo apoiar mensagens que incentivem os jovens a se preparar para o casamento, no para o sexo. As DSTs nunca encontram terreno frtil em homens e mulheres casados, que vivem em mtua fidelidade e que no passaram por experincias sexuais antes do casamento.

Esperar at o casamento para se ter relaes sexuais com um cnjuge sem doenas sexuais a nica maneira garantida de um jovem ou adulto no se contaminar com uma DST. Muitos jovens sem dvida alguma esperariam at o casamento para se envolver com sexo, tornando-se e permanecendo abstinentes, se fossem corretamente instrudos e encorajados. De acordo com um estudo sobre a sade dos adolescentes, quando os pais so totalmente contrrios ao sexo antes do casamento, o adolescente espera se casar primeiro para ter sexo.

Antes da revoluo sexual da dcada de 1960, a grande maioria dos adolescentes estava a salvo das DSTs, porque a sociedade de modo geral compreendia a necessidade de proteg-los de uma vida sexual antes do casamento, no proteger seus pecados sexuais antes de se casarem. Hoje, no h mais essa compreenso social nem segurana para os adolescentes. Assim, essa lacuna social se torna nossa oportunidade e responsabilidade de ser sal da terra. Como cristos individuais e como igreja, precisamos no s proclamar o Evangelho, mas tambm ajudar a passar para os jovens uma mensagem positiva sobre a sexualidade que eles no esto encontrando em nenhum outro lugar. Da mesma forma, adultos solteiros, incluindo os que j tiveram experincias sexuais, devem ser encorajados a esperar o matrimnio para experimentar as bnos do sexo. Esperar at o casamento para se ter sexo o nico caminho que oferece uma vida livre das DSTs e outros tipos de sofrimento.


Bibliografia:
Sem Desculpas: A Verdade a respeito da Vida, do Amor e do Sexo (Valor para a Famlia, Colorado Springs, EUA, 2000).
Heartbeat News #23, boletim eletrnico da jornalista Dale OLeary, 13 de outubro, 2001


Copyright 2003 Julio Severo. Proibida a reproduo deste artigo sem a autorizao expressa de seu autor. Julio Severo autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betnia. E-mail: juliosevero@hotmail.com

Notas:
[1] AgapePress, 13 de maro de 2002.
[2] Don Feder, Whos Afraid of the Religious Right? (Jameson Books: Ottawa, Illinois, 1996), p. 54.
[3] Noticia fornecida pelo gabinete do deputado federal Josu Bengston via email datado de 11 de abril de 2002.
[4] Pesquisa sobre Sade Reprodutiva e Sexualidade do Jovem (BEMFAM, Rio de Janeiro, 1992), p. 44.
[5] Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betnia, 1998), pp. 87-88.

Amigo no aquele que enxuga suas lgrimas, e sim aquele que no as deixa cair.

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